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OS LIVROS E AS REVISTAS SÃO PERMANENTES

Comportamento/ Notícias

Silvio Passarelli

O mundo contemporâneo vai se tornando dia a dia mais complexo.

O sonho acalentado pelos modernistas, colocar a tecnologia a serviço da sociedade e, a partir daí, simplificar processos, organizações, procedimentos etc. parece definitivamente sepultado pela realidade.

O mundo pós-moderno é um mundo de muitas “inclusões” e poucas “exclusões”. Muitos vaticinaram, quando do surgimento da televisão, que o rádio estava com seus dias contados. A televisão cresceu em ritmo acelerado porém, o rádio, longe de definhar, vem apresentando uma saúde sem precedentes.

O mesmo ocorreu com o cinema em  relação ao teatro e tantos outros exemplos que poderíamos aqui desfilar.

É necessário concluir que, na busca  de perceber-se como indivíduo, o consumidor moderno deseja adquirir produtos que satisfaçam integralmente sua demanda e, a cada nova opção, o mercado vai se segmentando e re-segmentando fazendo coexistir uma infinidade de possibilidades combinadas.

Li recentemente uma  reportagem dando conta do retumbante retorno dos discos de vinil. Agora, já não são mais “sebos” chics e seus discos antigos mas, novas gravadoras, com grupos atuais, editando seus álbuns novos em vinil.

Com o aparatoso lançamento do iPad  esta discussão se volta, agora, ao futuro dos livros, jornais e revistas.

Imaginar a maquininha da apple, que é um computador pessoal travestido de suporte para a leitura de livros, como  substituto de toda a cadeia da produção dos livros, jornais e revistas é uma ingenuidade sem precedentes. O que não quer dizer que uma parcela  dos consumidores não migrem para esta plataforma e não representem alguns pontos percentuais neste mercado.

Sem querer polemizar e, com humildade, acredito que esta é mais uma polêmica periférica.

Uma manobra diversionista para desfocar a verdadeira questão: A manutenção da capacidade da sociedade prover a todos os grupos de  informação e cultura para garantir uma sociedade próspera e democrática.

Dentro da complexidade do mundo contemporâneo, independentemente da performance dos derivados da web (sites, portais, twitters, blogs e assemelhados), os veículos de informação e cultura impressos terão seu lugar no futuro. Se dividirmos os conteúdos em dois grandes grupos, a informação cotidiana e os grandes temas analíticos e opinativos, acredito que os derivados da web terão crescimento mais expressivo na informação cotidiana, devendo se constituir, como consequência, numa ameaça aos jornais, que deverão sofrer reformulações para competir.

Já os livros e, principalmente as revistas, parecem consolidar seu  papel neste processo.

As revistas, além de apresentar o cotidiano de forma mais aprofundada, conseguem segmentações mais finas, atendendo concomitantemente os leitores  e os anunciantes.

A qualidade do papel e da sua impressão transporta o leitor a um mundo mágico, repleto de cores, detalhes e tipos especiais causando ao mesmo um prazer que não pode ser reproduzido pelas páginas da web.

O conteúdo da revista, pelos supracitados aspectos, sugere a perenidade e esta permanência é fundamental para formar e informar as gerações futuras.

Vida longa para os livros e revistas.

O Direito está na moda!

Comportamento/ Beleza

Juliana Cassano Cibim / Náila Nucci

O Direito está na moda!

Direito é a ciência que decorre do fato. Determina regras de conduta social, regula o que as pessoas podem ou não fazer, cria, modela e ajusta o certo, o desejável e o punível.

Mas o direito se envolve nos mais diversos caminhos das relações humanas... E assim alcança a moda!

E nem estamos falando das mulheres, operadoras do Direito, que na condição de consumidoras atentas à necessidade de se apresentarem dessa ou daquela maneira, aventurarem-se no mundo fascinante das tendências de roupas, acessórios e objetos de consumo.

O Direito descobriu a moda como uma nova terminologia utilizada para mencionar uma novíssima área do Direito que surgiu nos Estados Unidos e na Europa.

O mundo de estilistas, designers, empresas do ramo da moda, agências de modelos, fotógrafos e todas as atividades que gravitam no fascinante universo da criação, produção e uso de roupas e acessórios começou a se preocupar com as questões legais que lhe são inerentes.

Essa nova área do Direito é um delicioso desafio que se mostra desafiador, implicando em análises multidisciplinares.

No Fashion Law o Direito conversa com a filosofia, com a sociologia, com o design, com a propriedade intelectual, com vários aspectos do Direito Civil, sem deixar de passar pela Artes, dentre elas a fotografia.

As parcerias de idéias, por exemplo, como aquela que desafia o pensar filosófico e a moda, sedimenta os conceitos de tendências, luxo e beleza.  A realidade que as intensas movimentações de negócios e relações de trabalho que o setor deflagra, desenha, molda e cria novos desafios do Direito.

Viu só como o Direito está na moda?

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Luxo & Beleza/ Beleza

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Silvio Passarelli

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